
Recomeços
Sumário
O ipoverso
Desde 2007 eu venho criando uma boa quantidade de blogs. Nenhum durou muito tempo de ativação, talvez no máximo uns 3 anos.
No começo, alguns blogs que fiz eram muito focados em política. Outros eram voltados para filosofias sobre a vida.
Outros eram temáticos, como um que eu escrevia sobre Porto Alegre (que segue online aqui). Nesse, cada post era relacionado com uma imagem do Google Earth.
Um deles era mais profissional, mas completamente focado em geoprocessamento, o Mapas Abertos. E por aí vai.
Mas dessa vez eu prometo que será diferente. Sério. Dessa vez eu decidi recomeçar do zero, aproveitando uma mudança de ciclo importante para mim, que foi concluir o doutorado em dezembro de 2024.
A diferença deste blog dos outros é que aqui eu tentarei implementar a filosofia do minimalismo. Em resumo: aqui temos uma central única das minhas produções. Tudo que seja publicável virá pra cá, seja como post no blog ou como uma página dedicada.
Aqui irei misturar, dentro do possível, todos os temas: políticos, filosóficos, artísticos, profissionais, etc. Indo pelo simples, aos poucos a coisa vai ficando mais complexa.
Pela volta da internet dos anos 2000
Sinceramente, eu acho que vale a pena escrever e postar em blogs, num estilo mais parecido com a Internet dos anos 2000. Para mim está cada vez mais óbvio que perdemos a internet para uma avalanche de conteúdo projetado unicamente para prender a nossa atenção.
O início da decadência foi a produção industrializada por profissionais da web. Agora a situação está descontrolada com a produção de conteúdo automatizada por IA. Como alguns dizem, a internet está morta.
Uma forma de resistir é voltar a escrever em blogs. Isso é realmente se comunicar com o mundo, e não alimentar um algoritmo de IA num feed de rolagem infinita, que nos faz parecer zumbis em busca de microdoses instantâneas de êxtase com likes e emojis.
É claro que eu não acho viável abandonar por completo das redes sociais do mainstream. Essas plataformas são muito úteis como um espaço de compartilhamento efetivo, que realmente é frequentado pelas pessoas.
A malandragem talvez seja produzir conteúdos artesanais fora das redes, em sites pessoais, e compartilhar somente o link deles nas redes sociais.
Como eu sempre digo:
it’s time to go pro