<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Blog on Iporã Brito Possantti</title><link>https://www.possantti.net/pt-br/blog/</link><description>Recent content in Blog on Iporã Brito Possantti</description><generator>Hugo -- gohugo.io</generator><language>pt-br</language><lastBuildDate>Tue, 02 Sep 2025 00:00:00 +0000</lastBuildDate><atom:link href="https://www.possantti.net/pt-br/blog/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>A era da comunicação</title><link>https://www.possantti.net/pt-br/blog/the-era-of-communication/</link><pubDate>Tue, 02 Sep 2025 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://www.possantti.net/pt-br/blog/the-era-of-communication/</guid><description>&lt;h2 id="o-risco-global"&gt;O risco global&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Era uma vez um tempo em que a informação era um recurso raro. Jornais, apresentadores de TV e alguns poucos especialistas nos diziam o que acontecia. Manipulada? Muitas vezes. Mas, pelo menos, era &lt;em&gt;curada&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aí chegaram os smartphones, as redes sociais e a máquina algorítmica do caos. De repente, todo mundo virou transmissor — do seu tio no grupo da família no WhatsApp até &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=LJ6EYKRoUGM"&gt;youtubers que acabaram de descobrir a palavra “hidrologia”&lt;/a&gt; ou a &lt;a href="https://www.instagram.com/p/DLHwU43OUeL/"&gt;vereadora que acredita que entende alguma coisa de hidráulica&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Como argumentar sobre o Guaíba</title><link>https://www.possantti.net/pt-br/blog/how-to-argue-about-guaiba/</link><pubDate>Wed, 28 May 2025 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://www.possantti.net/pt-br/blog/how-to-argue-about-guaiba/</guid><description>&lt;p&gt;No &lt;a href="https://www.possantti.net/pt-br/blog/how-to-not-argue-about-guaiba/"&gt;post anterior&lt;/a&gt; eu avaliei como não argumentar sobre o Guaíba, no contexto da discussão se esse corpo hídrico é um rio ou um lago. Dando continuidade, irei avançar agora sobre princípios básicos de uma discussão racional sobre o tema, e porque eu entendo que o Guaíba é um &lt;em&gt;lago&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Leia também: &lt;a href="https://www.possantti.net/pt-br/blog/how-to-not-argue-about-guaiba/"&gt;Como não argumentar sobre o Guaíba&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;h2 id="deduções-gaúchos-e-polêmicas"&gt;Deduções, gaúchos e polêmicas&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;As falácias argumentativas listadas no post anterior estão erradas porque elas violam a &lt;a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Deductive_reasoning"&gt;lógica de inferência dedutiva&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Como não argumentar sobre o Guaíba</title><link>https://www.possantti.net/pt-br/blog/how-to-not-argue-about-guaiba/</link><pubDate>Sun, 25 May 2025 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://www.possantti.net/pt-br/blog/how-to-not-argue-about-guaiba/</guid><description>&lt;p&gt;O Rio Grande do Sul é um lugar com tradição em polêmicas e divisões aguerridas. Isso reflete a baixíssima capacidade de comunicação do seu povo e não deve ser motivo nenhum de orgulho. As polêmicas expandiram-se até mesmo para aspectos científicos e técnicos, como a discussão se o Guaíba é um rio ou um lago.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;No caso, eu tenho a opinião de que é um lago.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Mas antes de trazer alguns pontos mais consistentes sobre isso, vejo que é preciso preparar o terreno, revisando como não argumentar sobre o Guaíba.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Zênite</title><link>https://www.possantti.net/pt-br/blog/zenith/</link><pubDate>Tue, 20 May 2025 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://www.possantti.net/pt-br/blog/zenith/</guid><description>&lt;h2 id="prefiro-caçar-mamutes"&gt;Prefiro caçar mamutes&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Se um gênio da lâmpada me oferecesse um único desejo, eu consideraria seriamente transportar-me para o Neolítico. Praticar a caça e a coleta. Viver em comunhão com uma tribo pequena. Construir templos para os deuses na primavera, caçar mamutes no verão, migrar para as florestas no inverno.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nessa época, a chance de morrer dilacerado por um tigre dente-de-sabre seria bem maior. Mas ao menos seria uma vida com um enredo profundamente humano. E a agonia fatal duraria poucos minutos.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>A fisiologia da natureza</title><link>https://www.possantti.net/pt-br/blog/the-physiology-of-nature/</link><pubDate>Fri, 16 May 2025 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://www.possantti.net/pt-br/blog/the-physiology-of-nature/</guid><description>&lt;h2 id="endoscopia-hidrológica"&gt;Endoscopia hidrológica&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Nos últimos dias, precisei visitar uma otorrinolaringologista devido a uma sinusite persistente e misteriosa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante a consulta, a médica me supreendeu ao introduzir um pequeno tubo pelo meu nariz e me orientou a olhar para uma tela. Naquele momento, vi com nitidez o interior da minha própria faringe — uma imagem clara da infecção em curso, avermelhada e inflamada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi desconfortável, revelador, e me levou a tomar um antibiótico.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Acho que vai descer uma água</title><link>https://www.possantti.net/pt-br/blog/some-water-is-coming-down/</link><pubDate>Mon, 28 Apr 2025 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://www.possantti.net/pt-br/blog/some-water-is-coming-down/</guid><description>&lt;h2 id="realidade-cinematográfica"&gt;Realidade cinematográfica&lt;/h2&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Acho que vai descer uma água, ein&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Foi o que escrevi em 29 de abril de 2024, há um ano, em um grupo de WhatsApp de professores e alunos do Instituto de Pesquisas Hidráulicas. O grupo fora criado em setembro de 2023, no contexto das fortes enchentes que inundaram cidades do Vale do Rio Taquari.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse grupo ficou novamente ativo em novembro de 2023, quando outras chuvas causaram novas enchentes, dessa vez atingindo Porto Alegre e a região metropolitana. Nessa ocasião, eu ajudei a fazer um material para a imprensa, que foi divulgado para ilustrar o que &lt;em&gt;aconteceria&lt;/em&gt; se uma enchente como a de 1941 &lt;em&gt;ocorresse&lt;/em&gt; de novo, sem o sistema de proteção de diques. Saiu no G1 e no Correio do Povo.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>A magia da água</title><link>https://www.possantti.net/pt-br/blog/the-magic-of-water/</link><pubDate>Fri, 11 Apr 2025 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://www.possantti.net/pt-br/blog/the-magic-of-water/</guid><description>&lt;h2 id="o-mago"&gt;O mago&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Estudar Hidrologia (e modelos hidrológicos) durante o meu doutorado teve um impacto bem maior do que eu imaginava nas minhas percepções mais firmes sobre a realidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A principal culpa disso não foram os meus colegas nem professores locais, no IPH, mas os artigos e livros de um certo hidrólogo britânico, o &lt;a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Keith_Beven"&gt;Keith Beven&lt;/a&gt;. Esse sujeito, além de parecer um mago do tipo Merlin ou Gandalf, consegue fazer da Hidrologia uma ciência muito mais interessante (e misteriosa) do que eu havia nem sequer pensado.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Recomeços</title><link>https://www.possantti.net/pt-br/blog/resettings/</link><pubDate>Thu, 10 Apr 2025 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://www.possantti.net/pt-br/blog/resettings/</guid><description>&lt;h2 id="o-ipoverso"&gt;O ipoverso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Desde 2007 eu venho criando uma boa quantidade de blogs. Nenhum durou muito tempo de ativação, talvez no máximo uns 3 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No começo, alguns blogs que fiz eram muito focados em política. Outros eram voltados para filosofias sobre a vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outros eram temáticos, como um que eu escrevia sobre Porto Alegre (que segue online &lt;a href="https://portoalegredecima.wordpress.com/"&gt;aqui&lt;/a&gt;). Nesse, cada post era relacionado com uma imagem do Google Earth.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um deles era mais profissional, mas completamente focado em geoprocessamento, o Mapas Abertos. E por aí vai.&lt;/p&gt;</description></item></channel></rss>